Duas idas
Ariel Sharon, a morrer. Ibrahim Rugova, morto. Aquele, viveu de ferro e de fogo e só foi estadista verdadeiro quando a horrível ceifeira já vinha a caminho. Rugova, homem de paz, foi grande mesmo sem o Estado com que sonhou e ao qual, a meu ver, nem direito tinha. Prefiro Rugova.

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